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Eleição e tomada de posse



  No passado dia 30 de Março de 2016, realizou-se na Cooperativa o Ato Eleitoral onde foram eleitos os novos Órgãos sociais, para o quadriénio 2016/2019, concorrendo duas listas, lista A e lista B, acabando por sair vencedora a lista B com 372 votos e a lista A com 234 votos (..) [Mais]

Subsidio de Gasóleo


Decorreu de 28 de Setembro a 13 de Novembro a candidatura ao Subsidio de Gasóleo (...) [Mais]

 

A interacção entre o Homem e os animais vem de longa data, no que diz respeito a domesticação, cuidados de saúde e produção zootécnica.

Em Portugal também foi posto em legislação, ainda antes da adesão à União Europeia, por ser de interesse nacional e agora Europeu/Mundial, a declaração obrigatória das doenças infecto e/ou contagiosas, através do DL 39.209 de 14 de Maio de 1953.

O Estado Português vinha fazendo esta sanidade animal, isto é, o rastreio de algumas doenças com todas as consequências que acarreta: isolamento, abate dos positivos e indemnização dos donos (em caso disso).

Foi em Novembro de 1989 que a Cooperativa Agrícola Leiteira do Concelho da Póvoa de Varzim se organizou como A.D.S (Agrupamento de Defesa Sanitária), mudando depois para O.P.P (Organização de Produtores Pecuários).

Temos delegação do Estado por protocolo anual para a execução, em ruminantes destas acções, uma vez /ano, concretamente: Brucelose> 12 meses, Leucose> 24 meses, P.P.C.B. (Peripneumonia Contagiosa dos Bovinos), aleatoriamente a 10% escolhidos pelo laboratório (SEGALAB) e Tuberculose> 24 meses.

Elaboramos o programa sanitário no ano anterior sujeito à aprovação da D.G.V e registamos todas as existências e movimentos dos bovinos, identificados à nascença (Portaria nº 178/ 2007 de 9 de Fevereiro).

Se no principio verificámos ocorrências de Tuberculose, Brucelose, Leucose e P.P.C.B, já há anos que as acções de sanidade têm tido resultados laboratoriais negativos.

Assim continuamos a sanear os ruminantes (bovinos, ovinos e caprinos) com directivas de controlo e exigência mais evidentes que vem sendo vertidas em legislação com uma equipa sanitária composta por dois identificadores, três médicos veterinários executores (dos quais um é também coordenador), dois auxiliares, um administrativo e um no registo de movimentação animal.